O médico plantonista é crucial em hospitais, embora recebam uma boa remuneração, esses profissionais possuem responsabilidades extras em seus cargos. Dessa forma, é preciso que o plantonista seja atento, tenha equilíbrio emocional e apresente boas condições físicas.

Essas são algumas das características essenciais de um médico de plantão, em especial aqueles que fazem plantões noturnos ou prolongados. Para saber um pouco mais sobre os plantões e quais especialidades são essenciais em um hospital, continuem lendo esse conteúdo!

Como deverá ser composta a equipe intensivista quantos e quais profissionais por turno?

A equipe médica em uma Unidade de Terapia Intensiva é composta, de modo geral, por três profissionais:

Quais médicos fazem plantão?

Os médicos plantonistas são aqueles que cumprem, pelo menos, 12 horas diretas de trabalho. Sendo assim, o médico plantonista possui os mesmos direitos trabalhistas que os profissionais que cumprem outras formas de jornada de trabalho.

Qualquer um formado em Medicina poderá fazer plantão, porém, é essencial ter o CRM. Do mesmo modo que é preciso ter em mente que essa rotina costuma ser bem puxada.

Por essa razão, é crucial ter um preparo físico e psicológico para lidar com as longas horas de plantão. Ainda mais em relação aos atendimentos de emergência, como em caso de acidentes.

É possível afirmar que os médicos de algumas áreas da Medicina possuem uma maior demanda para plantões. Tendo em vista que estão mais preparados para lidar com especialidades em relação a emergências, como é o caso de encaminhar pacientes para exames específicos e a necessidade de intervenção cirúrgica. Veja logo abaixo quais são as principais especialidades que podem trabalhar como médico plantonista:

Ortopedista

A rotina de um ortopedista envolve diagnosticar e tratar os traumas e lesões ligados ao aparelho locomotor, que são:

Esse profissional é muito requisitado para fazer plantões, pois apenas os ortopedistas podem lidar com algumas fraturas, para fazer exames e até cirurgias, quando necessário.

Cardiologista

Veja aqui uma das especialidades do cardiologista

Não é novidade que as doenças do coração estão entre as maiores causas de morte no Brasil. Por essa razão, já é mais do que suficiente para que um hospital tenha sempre um médico cardiologista de plantão.

São eles quem fazem o diagnóstico e tratam vários problemas emergenciais ligados ao coração, sempre prezando por precisão e eficiência para atender os pacientes.

Cirurgião geral

A cirurgia geral é responsável por diagnosticar e tratar uma série de enfermidades que possam ser solucionadas por meio de procedimentos cirúrgicos. Podemos citar como exemplos:

Esse tipo de profissional é vital nos plantões, tendo em vista que lida com diversas doenças e problemas do dia a dia.

Neurologista

Os neurologistas são os médicos que tratam os distúrbios do sistema nervoso central e periférico, incluindo Parkinson e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Em quadros de AVC, é crucial ter um rápido diagnóstico e atendimento para aumentar as chances do paciente sobreviver e também reduzir os riscos de sequelas.

Por isso é sempre importante ter um médico neurologista de plantão.

Quem é responsável pelo paciente internado?

Vale notar que, quando internado, o paciente possui o direito de ter um médico como responsável pela sua internação, para prestar assistência e acompanhá-lo até que receba alta.

Ao estabelecer a necessidade de internação, então o paciente torna-se responsabilidade do médico de sobreaviso, ou do médico internista ou de outro médico que seja o responsável pela internação, até que assine a alta ou o paciente seja transferido para outro profissional.

Sendo assim, é dever do Diretor-Clínico do hospital tomar as devidas providências para que isso seja possível.

O que acontece se o paciente fugir do hospital?

Um hospital não é uma prisão, nesse caso, tanto o hospital quanto o médico não podem manter internado um paciente contra a sua vontade. Sendo assim, um paciente em plena consciência que deseja fugir do hospital, o ideal é tentar convencer o paciente a voltar para que receba os cuidados necessários.

Por isso que todos os hospitais devem ter um protocolo para que situações dessa natureza possam ser evitadas. Como por exemplo, antever comportamentos que sugerem ou ficar atento para fugas no passado.

Para que essas informações sejam compartilhadas com toda a equipe de cuidados e de apoio, incluindo a portaria e vigilância do hospital. Caso haja comportamento em que se torna visível o desejo de fugir, é preciso ter um registro da intercorrência no prontuário do paciente.

Ou seja, o hospital não é responsável pela fuga do paciente, uma vez que não pode mantê-lo contra sua vontade. Mas é possível tentar convencê-lo a ficar para receber os devidos cuidados.

Quem pode assinar alta hospitalar?

Com base nos termos legais, a alta hospitalar é considerada como ato privativo do médico assistente. Ou seja, é um ato médico personalíssimo, que pode colocar um fim em um certo tratamento.

Portanto, apenas o médico responsável pelo paciente em questão poderá assinar sua alta hospitalar.

Quantos profissionais da saúde compõem a equipe da UTI?

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é uma área crítica cujo objetivo é internar pacientes em estado grave, que necessitam atenção profissional especializada constante, materiais específicos e tecnologias para diagnosticar, monitorizar e fazer terapia.

Para que o atendimento de saúde possa ser feito de modo seguro e otimizado, é crucial contar com uma equipe multiprofissional adequada, conforme o perfil assistencial e demanda da unidade.

Sendo assim, o atendimento da equipe de uma UTI envolve a ação integrada contínua, intensiva e diuturna de médicos, enfermeiros e fisioterapeutas. Também envolve o trabalho de profissionais de outras áreas importantes, tais como:

Que tipos de pacientes vão para a UTI?

Como dito acima, a UTI é essencial para tratar pacientes com doenças e condições muito graves que possam colocar em risco a sua vida.

O Hospital Santa Júlia atende as seguintes áreas:

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